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05/03/2012

Polícia apreende armas e quatro são presos em BH e RMBH

Os suspeitos foram encontrados após denúncias anônimas
Nathália Moreira - Do Hoje em Dia -
    Um homem de 21 anos foi preso na noite deste domingo (4) após roubar um carro na rua Júlio Clóvis Lacerda, bairro Várzea, em Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Homem é encontrado morto em Ribeirão das Neves

A vítima foi encontrada com ferimentos provocados,possívelmente, por pedradas

Espera de 6 horas em UAI causa revolta

 Publicado no Super Notícia

Plantonista em "período de descanso" e espera média de seis horas. Essa foi a situação que os pacientes que buscaram atendimento, ontem de manhã, na UAI Alterosas, em Betim, afirmaram ter encontrado.
Foi o caso do segurança Marcelo de Lima, 37. Com garganta inflamada, tosse e febre, ele buscou atendimento às 5h45. "Quando cheguei, só tinha um rapaz na fila. Fui fazer minha ficha e o atendente se recusou, dizendo que havia uma pessoa na minha frente e que não sabia nem se ela seria atendida. Esperei até 8h30 e, sem previsão, pedi para falar com a assistente social. Ela disse que o clínico só atenderia urgências e que a culpa de só ter um médico na UAI é da prefeitura. Ela também falou que lá falta até material de higiene".
Mesmo sem perspectivas, ele resolveu esperar. "Às 9h30, falei que iria chamar a imprensa e a ouvidoria do município. Só assim eles me chamaram para fazer a triagem e, às 11h, depois de quase seis horas, fui atendido".
"Se a pessoa chega numa situação grave, pode até morrer na fila. Outro paciente contou que, quando chegou, disseram que o médico estava ‘tirando um cochilo, em período de descanso’ e que não poderia atender. É um absurdo, vou procurar a ouvidoria", garantiu Marcelo Lima.
Ninguém da prefeitura foi encontrado para comentar o caso.

Sem médico
"

É a segunda vez que venho aqui nesta semana. Estava com pressão alta e hoje levantei com muita tontura. Cheguei e já falaram que não tinha médico e que não prometiam atendimento. Esperei por mais de cinco horas para ser atendido", afirmou o aposentado Pedro dos Santos, de 67 anos.

Pai é preso após abusar das filhas


Homem já tinha passagem pela polícia por lesão corporal Publicado no SupeSuper
Segundo moradores, Ronaldo da Silva é usuário de drogas e costuma agredir a esposa
Um homem de 31 anos foi preso, ontem à tarde, em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, suspeito de ter abusado das três filhas - uma de 14 anos e duas de 13 anos. A suposta tentativa de estupro teria ocorrido no bairro Jardim Alterosas.
Segundo a Polícia Militar, Ronaldo Francisco da Silva, que confessou ter consumido drogas e bebidas alcoólicas, foi preso em flagrante depois que um casal de moradores do bairro recebeu um pedido de socorro de uma das jovens, que conseguiu fugir. "Estava em casa, quando uma das meninas chegou, chorando, dizendo que o pai estava tentando estuprar a irmã. Na hora, minha esposa chamou a polícia e eu já saí de casa disposto a pegá-lo. A PM chegou em poucos minutos e conseguiu pegá-lo no quarto, já tentando tirar a roupa da mais velha", contou Raimundo Alves de Oliveira.
Ele disse, ainda, que não é a primeira vez que uma das filhas de Ronaldo pede ajuda. "Elas já nos pediram socorro porque o pai estava batendo na mãe. Várias queixas já foram feitas, mas ele continuou solto. Não é surpresa que, agora, ele tenha abusado das filhas", afirmou.
Segundo Oliveira, a mãe das adolescentes trabalha em um restaurante e fica a maior parte do tempo fora de casa.
As jovens foram levadas ao Hospital Regional de Betim, onde passaram por exames clínicos.
De acordo com o relato delas, o pai chegou a beijá-las e molestá-las.

Ronaldo da Silva já tem passagem pela polícia por lesão corporal. Ele foi preso e, até o fechamento desta edição, ainda não havia prestado depoimento.

Mulher vive horas de pânico com o ex

Inconformado com o fim do namoro, ele a arrancou de danceteria, deu socos, tapas e a manteve em cárcere privado
LUCIENE CÂMARAfalesuper@supernoticia.com.br

Família de Ana Paula diz que nunca foi a favor do namoro dela
Uma noite de festa acabou em pesadelo para a ajudante de dentista Ana Paula da Silva, 30. Na madrugada de ontem, ela estava com uma prima na danceteria Peixe Vivo, em Contagem, na região metropolitana, quando foi surpreendida pelo ex-namorado, o comerciante Marlon Soares Vieira, 32, que, inconformado com o término da relação, a arrastou do local à força. Durante cerca de uma hora, ela foi agredida e mantida em cárcere privado na casa do agressor.
A violência só terminou com a chegada da Polícia Militar, que foi acionada por parentes da vítima. "Fiquei com muito medo. Ele não me deixava ir embora e me batia", disse Ana Paula. Ela sofreu ferimentos no rosto e nas costas e foi socorrida na Unidade de Atendimento Imediato (Uai) do bairro Ressaca, em Contagem.
Vieira, que não tinha passagem pela polícia, foi preso em flagrante e enquadrado na lei Maria da Penha por agressão e cárcere privado, sem direto a fiança. A pena prevista é de até quatro anos de cadeia. Ontem mesmo ele foi levado para o Centro de Remanejamento Prisional (Ceresp). "Eu errei e estou arrependido. Mas eu não sou bandido. Agi por impulso porque gosto muito dela", declarou.
Ana Paula contou que terminou o namoro de dez anos há cerca de dois meses, quando descobriu que Vieira tinha uma amante. Segundo a família da vítima, ele vivia ligando e rondando a ex-namorada.
Na noite de sábado, o pai dela, o aposentado José Geraldo da Silva, 62, foi quem a levou à danceteria. "Elas queriam se divertir", disse. Ana Paula contou que estava conversando com amigos quando viu o ex-namorado. "Ele me puxou pelo braço e me levou à força para o carro", disse. Vieira afirmou que teve essa reação ao ver a ex beijando outro homem. "Eu confiava na fidelidade dela. Fiquei louco quando vi aquilo, perdi a cabeça."
Família teme libertação
Os pais de Ana Paula Silva temem que a lei seja falha e que Marlon Soares Vieira volte a rondar a casa da família. "Espero que ele leve bastante tempo na cadeia para pagar pelos tapas que ele deu na minha filha", disse a mãe da vítima, a dona de casa Maria Albino da Silva, 55. O pai, José Geraldo da Silva, pensa em acionar a proteção da polícia caso o agressor seja solto. "A gente vê tanta notícia de violência contra a mulher, que dá medo na gente", comentou.
Não é de hoje que a família é contra o relacionamento. Durante o namoro, surgiram histórias de traições e sinais de violência por parte de Vieira. "Eu falava para a minha filha deixar esse cara para lá, mas nunca imaginei que o caso chegaria a esse ponto", comentou Maria.
O pai disse que não dava palpites, mas também não apoiava. "No começo eu não era contra. Mas depois, com as brigas, a gente fica meio preocupado", afirmou. Segundo os pais, o telefone da casa deles não para de tocar com mulheres de Vieira à procura de Ana Paula. "Elas ficam ligando para perturbar, querem saber se a Ana está com ele", relatou José Geraldo. (LC)
Marcas na pele
No Audi A4 do ex-namorado, Ana Paula da Silva foi agredida com socos no rosto e tapas nas costas. Marcas da mão do agressor ficaram na pele da vítima. Ela usava óculos de grau no momento da agressão e, com os socos, sofreu hematomas nos olhos.
A prima de Ana Paula, que viu a cena na danceteria, acionou familiares e também a Polícia Militar. (LC)
MINIENTREVISTA
Ana Paula da Silva vítima
Como era o seu relacionamento com o Vieira? A gente namorava há dez anos. Nunca chegamos a morar juntos, mas a gente saia bastante. Eu gostava dele. Só terminei mesmo porque descobri que ele tinha outra mulher. Vi os dois juntos, aí, não teve mais jeito.
Ele já tinha dado sinais de agressão? Ele nunca chegou a me ameaçar. Teve só uma vez que ele me puxou à força na padaria onde eu trabalhava. Ele também já tinha me traído há uns anos. Nós chegamos a terminar, mas acabei perdoando.
Na madrugada de ontem, você teve medo de morrer? Claro. Ele me batia e não me deixava sair, trancou as portas da casa.

Adolescente tenta assaltar ônibus com arma de brinquedo e é apreendido

Ação foi contida por passageiros. Cúmplice conseguiu fugir

Polícia prende três pessoas por porte ilegal

Açõe se deram em operações de patrulhamento derotina durante a madrugada

Juízes ameaçados e fóruns invadidos mostram a fragilidade do Judiciário

Falta de segurança nos fóruns põe em risco a vida de juízes e servidores e exige novas estratégias e investimentos


Detectores de metais são fundamentais para barrar a entrada de pessoas armadas

Juízes ameaçados e fóruns invadidos e incendiados por criminosos expõem a fragilidade da segurança nas unidades do Judiciário em todo o país. A morte da juíza Patrícia Acioli Lourival, em Niterói, em agosto do ano passado, ressaltou ainda mais a necessidade de se investir na segurança desses profissionais que lidam com todo tipo de infrator e que, por isso, acabam sendo alvos de retaliações e vinganças. Em Minas, o quadro não é diferente. Dos 150 magistrados ameaçados no país, 21 são mineiros, segundo a Associação dos Magistrados Mineiros (Amagis). Um dos últimos ataques a fóruns foi registrado em Nova Serrana, na região Centro-Oeste do Estado, em janeiro deste ano, quando vários processos foram queimados.

As ocorrências são resultado da falta de equipamentos, como detectores de metais e câmeras de monitoramento, e da precariedade do quadro de vigias, vários deles trabalhando desarmados em algumas unidades. “Muitos fóruns são equipados com detectores, mas que nem sempre funcionam. As intimidações refletem no desempenho e na saúde dos juízes, que estão pedindo proteção e passando a sofrer restrições à convivência social”, afirma o presidente da Amagis, Bruno Terra. Segundo ele, o problema vem se agravando em Minas nos últimos dez anos, mas tem sido combatido. “Muito ainda precisa ser feito”.

Para tentar coibir os ataques a fóruns e as ameaças a juízes, o Centro de Segurança Institucional (Cesi), criado pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), está planejando e executando várias ações de reforço na segurança das unidades do Judiciário mineiro. Nesta semana, policiais militares do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) vão ensinar como os servidores do Fórum Lafayette, em BH, o maior de Minas, devem proceder para detectar possíveis explosivos dentro de correspondências.

Além disso, até o início de abril, os diretores dos fóruns das 296 comarcas do Estado vão responder a uma pesquisa que apontará o nível de segurança dos imóveis. O mapeamento indicará intervenções necessárias para evitar que os locais sejam alvos de criminosos.

Desde o fim do ano passado, um grupo de policiais militares que integram o Cesi passou a atuar diretamente com a presidência do Tribunal. A equipe foi reforçada na última semana por um delegado da Polícia Civil.

Para o vice-presidente do Sindicato dos Servidores da Justiça de Primeira Instância do Estado de Minas Gerais (Serjusmig), Rui Viana, a insegurança se deve à falta de estrutura das edificações. “Grande parte dos fóruns não foi projetada para essa função. São prédios pequenos, que foram adaptados. Por isso, muitos imóveis estão sujeitos a alagamento e correm o risco até de desabar”, diz. Ele cita como exemplo o fórum de Monte Sião, no Sul de Minas, que funciona em um imóvel construído sobre um rio. Funcionários reclamam de rachaduras nas paredes e do mau cheiro provocado pelo esgoto jogado no curso d’água.

Designado pelo presidente do TJMG, desembargador Cláudio Costa, o tenente-coronel Renato Batista Carvalhais, chefe da Assessoria Militar do Tribunal, reconheceu que há falhas nos fóruns mineiros, mas ele afirma que o Cesi tem atuado para corrigi-las.

Entre as ações já realizadas, está a aquisição de coletes à prova de bala para os comissários do Juizado da Infância e Juventude de BH. “Em fóruns de menor porte, o policiamento é reforçado em júris mais complexos, até com apoio de ambulâncias. Naqueles com histórico de violência, a Polícia Militar monta um ponto base em frente”, diz o oficial.

Nesta semana, ele fará uma reunião para definir a aquisição de aparelhos portáteis de segurança. “Estamos criando uma portaria para que as armas acumuladas nos fóruns sejam enviadas duas vezes ao ano para destruição pelo Exército”.
Tags:  segurança, justiça, servidores, juízes, medidas

04/03/2012

Ex-funcionários da Prefeitura de Manhuaçu são suspeitos de fraude

Eles foram presos por cinco dias e pode ser prorrogado por mais cinco.

Polícia Civil disse que R$ 6 milhões foram desviados dos cofres da cidade.

Do G1 MG


Comente agoraTrês ex-funcionários da Prefeitura de Manhuaçu, na Região da Zona da Mata, em Minas Gerais, foram presos neste sábado (3). Segundo a Polícia Civil, eles são suspeitos de desviar, durante nove anos, cerca de R$ 6 milhões dos cofres do município.
Foram três anos de investigação, e o esquema, segundo a polícia, funcionava dentro da empresa que fazia o serviço de limpeza urbana da cidade. As investigações apontaram que, entre 1999 e 2008, a prefeitura repassava grandes quantias ao departamento para suposta contratação de pessoal, pagamento de salários a funcionários fantasmas e direitos trabalhistas.

Os desvios eram feitos com mais frequência nos meses de enchentes em Manhuaçu. Nesses períodos, a cidade precisava de obras emergenciais, e a prefeitura – nesse caso – poderia fazer contratações sem licitação. Dessa forma, era mais fácil, segundo a polícia, encobrir as fraudes.
O inquérito mostrou que, pelo menos, R$ 2 milhões foram para as contas bancárias dos três homens, presos neste sábado (3). Dois estavam em casa. José Carlos dos Reis foi secretário de Obras de Manhuaçu até dezembro do ano passado. Carlos Roberto de Souza era funcionário da mesma secretaria. Sílvio Nunes de Carvalho, que prestou serviço como contador da prefeitura, se apresentou espontaneamente.
Os três suspeitos não quiseram falar sobre as acusações. Eles vão cumprir prisão temporária por cinco dias, que pode ser estendida para mais cinco. O delegado responsável pelo caso acredita que os depoimentos ajudarão a polícia a chegar aos outros integrantes do esquema.
Os ex-prefeitos Sérgio Breder e o ex-vice Adjair de Barros, acusados pelos suspeitos de receber o dinheiro negaram, em depoimento à polícia, no início das investigações, envolvimento no esquema. Mas eles serão ouvidos novamente, segundo o delegado.

Homem é preso por manter ex-namorada em cárcere privado

Vítima estava em uma danceteria da Grande BH quando foi levada à força.

Suspeito foi autuado em flagrante.

Do G1 MG


Comente agoraUm homem de 32 anos foi preso neste domingo (4) por suspeita de sequestrar e manter a ex-namorada em cárcere privado, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com a Polícia Militar (PM), a mulher de 30 anos estava em uma danceteria da cidade quando o ex-companheiro a levou à força para a casa dele.
Uma prima da vítima, que também estava na casa de shows, acionou a polícia. Quando militares chegaram à casa do suspeito, ele liberou a ex-namorada e tentou fugir, mas foi preso em seguida.

Segundo a PM, a mulher foi bastante agredida durante o trajeto entre a danceteria e a residência. Ela apresentava diversos hematomas no rosto, nos braços e nas costas e, por isso, foi levada a uma policlínica antes de prestar depoimento na 6ª Delegacia Seccional de Contagem. Ainda de acordo com a polícia, o suspeito foi autuado em flagrante.