Eleição 2014
11/08/2013
08/08/2013
Chacina em família: testemunha diz ter visto PM pular muro de casa antes de crime ser notificado
Corpos teriam sido encontrados ao meio-dia, mas polícia só chegou ao local no fim da tarde
Do R7, com Fala Brasil
Uma vizinha disse ter visto duas pessoas — entre elas, um policial militar fardado — pularem o muro da casa do casal de PMs Andreia Bovo Pesseghini e Luís Eduardo Pesseghini, por volta das 12h de segunda-feira (5), e comentarem que a família estava morta.
— Ele falava que ele entrou na casa e viu todo mundo morto. E saiu. Só que daí, eles saíam e não veio ninguém. Só às sete horas da noite que veio aparecer alguém. [sic]
Segundo a polícia, a corporação só foi notificada após as 18h de segunda-feira.
Andréia, o marido, o filho deles — Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, de 13 anos — a mãe e uma tia-avó foram encontrados mortos,em casa, por volta das 18h de segunda-feira (5).
Para as polícias Civil e Militar, o autor do crime foi o filho do casal.
A testemunha diz não acreditar que o menino tenha sido o assassino da família e que o alvo era a mãe.
— Eu sabia que ela estava investigando alguma coisa errada aqui na Freguesia do Ó. Ainda segundo o relato, ela foi encontrada “de joelhos” porque teria implorado para não atirarem.
Além disso, a vizinha diz que um Meriva de cor prata estava rondando a casa com frequência, há meses, e passando informações sobre a cor da casa, do carro e quem entrava e saía.
Na última quarta-feira (7), o coronel Wagner Dimas, comandante do 18º Batalhão da Polícia Militar, afirmou que o cabo da PM Andreia Regina Pesseghini, encontrada morta junto com a família, havia denunciado colegas de trabalho que estariam envolvidos com roubos a caixas eletrônicos. A informação foi confirmada durante entrevista à Rádio Bandeirantes.
O Comando da Policia Militar, porém, diz que não houve nenhuma denúncia registrada na Corregedoria da PM, ou no Batalhão, por meio da Cabo Andréia Pesseghini contra policiais militares.
Segundo o comando, foram consultados arquivos da Corregedoria, do Centro de Inteligência e do próprio Batalhão e nada foi identificado. Na nota de esclarecimento, a corporação diz que "será instaurado um procedimento para apurar as declarações do Coronel Wagner Dimas Alves Pereira, Comandante do 18º Batalhão, não alterando em nada o rumo das investigações".
Versão da polícia
A versão sustentada pelos policiais é de que, na sala da casa, o adolescente atirou no pai e na mãe. Em seguida, em outra casa no mesmo terreno, ele também atirou na avó, Benedita Oliveira Bovo e na tia-avó, Bernadete Oliveira da Silva, que não morava lá, mas tinha ido dormir com a irmã.
Todas as vítimas levaram um único tiro na cabeça. Para a Polícia Civil, a única pessoa que poderia não estar dormindo na hora do crime era a mãe, encontrada de joelhos, ao lado do colchão onde o marido estava.
Logo após os assassinatos, por volta de 1h, Marcelo teria pegado o carro de Andreia e dirigido até a rua da escola onde estudava, a cerca de 5 km de casa. Ele teria ficado dentro do veículo até 6h20, quando foi flagrado por uma câmera de segurança saindo do carro e caminhando sozinho, com uma mochila, até a escola. Professoras e colegas afirmam que ele foi à aula normalmente naquele dia.
O rapaz voltou para casa de carona com um amigo e teria se matado em seguida, também com um tiro na cabeça, na sala onde os pais foram mortos.
Versão contestada
A família dos PMs não acredita na versão apresentada pela polícia. O irmão de Bernadete e Benedita, e tio de Andreia, que não quer ser identificado, disse ter recebido dois telefonemas que seriam da escola de Marcelo, logo que entrou na casa, quando os corpos foram achados.
— No dia desse crime, eu cheguei com meu filho na casa, estava cheio de polícia, e o telefone da minha irmã tocou. Eu nem tinha visto o corpo da minha irmã. Eu fui e atendi ao telefone, achando que era parente. A voz de uma mulher falou, "é a casa do Marcelinho?". Eu falei, "quem quer falar com ele?". Ela disse, "é da escola, é porque o Marcelinho não veio para a escola hoje".
Apesar de ser uma informação que poderia mudar toda a cronologia montada pela polícia, o tio admitiu que não contou isso em depoimento no DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa). Informado, o delegado Itagiba Vieira Franco, disse que vai chamá-lo novamente para depor.
Segundo o tio-avô de Marcelo, o menino adorava o pai, a mãe e a avó, que o criou porque os pais trabalhavam.
— O pai dele era o orgulho dele. Ele sempre falava que queria ser, quando crescer, policial da Rota. Ele tinha roupinha de policial da Rota. [...] A avó era tudo para aquela criança. Eu não acredito que o Marcelinho fez uma coisa dessas.
O pai dele era o orgulho dele. Ele sempre falava que queria ser, quando crescer, policial da Rota. Ele tinha roupinha de policial da Rota. [...] A avó era tudo para aquela criança. Eu não acredito que o Marcelinho fez uma coisa dessas.
06/08/2013
CONFIRA A NOVA PARCERIA DO CSCS PM/BM-MG PARA SEUS ASSOCIADOS
A parceria consiste em oferecer cursos on-line de reforço escolar, preparatório para ENEN/Vestibular e aprimoramento profissional. Todos os associados CSCS terão desconto de 90% para adquirir os cursos.
Confira mais informações dos cursos disponíveis pelo site:www.planoeducacao.com.br
02/08/2013
- Atualizado em 02/08/2013 08h47 Homem morre baleado dentro de ônibus em Contagem, na Grande BH
Carro emparelhou com coletivo, que foi alvejado, na Cidade Industrial.
Segundo a PM, um homem ficou ferido no rosto, e outro, no ombro.
Do G1 MG
Uma pessoa morreu e outra ficou ferida depois que o ônibus em que elas
estavam foi alvo de tiros na madrugada desta sexta-feira (2). De acordo
com a Polícia Militar (PM), o coletivo estava em Contagem,
na Região Metropolitana de Belo Horizonte, quando um carro de cor
escura ficou lado a lado, e um homem atirou várias vezes em direção aos
passageiros.
Segundo a PM, o crime foi por volta das 3h40, na Praça João Paulo
XXIII, conhecida também como Praça B, no bairro Cidade Industrial.
O coletivo, conforme informou a PM, estava cheio, principalmente de
torcedores que voltavam da festa do Atlético-MG, realizada na Praça
Sete, no Centro da capital mineira. Eles disseram à polícia que não
houve qualquer tipo de desentendimento na Praça Sete.
Um homem morreu no local e outro levou um tiro no rosto, foi socorrido e
encaminhado ao Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, em BH. Às 8h20, a
Polícia Militar informou que um segundo homem foi atingido no ombro por
disparos e encaminhado para a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do
Barreiro. O carro com os suspeitos fugiu sentido capital.
O ônibus alvejado é da linha 30, que faz o itinerário Estação
Diamante-Centro. A polícia vai investigar a motivação do atentado.
Atualizado em 02/08/2013 09h35 Operação prende suspeitos de pertencer a facção criminosa em SP
Polícia possuía 38 mandados de prisão temporária.
Ações aconteceram na Grande São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso.
Do G1 São Paulo
A Polícia Civil realiza uma operação para deter integrantes de uma
facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios de São Paulo desde
o início da manhã desta sexta-feira (2). Os policiais tentam cumprir
mandados de prisão e de busca e apreensão nas cidades de Ribeirão Pires,
Mauá, Santo André, Diadema, Guarulhos, Itanhaém e Praia Grande. A ação acontece também em Pouso Alegre (MG) e em cidades do Mato Grosso.
De acordo com a Delegacia de Investigação sobre Entorpecentes (Dise), de São Bernardo do Campo, no ABC, foram expedidos pela Justiça 38 mandados de prisão temporária e 81 de busca e apreensão. Alguns suspeitos já foram detidos, mas a polícia ainda não confirmava o número até as 9h. Os detidos estão sendo encaminhados para a sede da Dise em São Bernardo do Campo.
A operação acontece após seis meses de investigação. A Polícia Civil conseguiu identificar as principais lideranças da quadrilha por meio de interceptações telefônicas.
De acordo com a Delegacia de Investigação sobre Entorpecentes (Dise), de São Bernardo do Campo, no ABC, foram expedidos pela Justiça 38 mandados de prisão temporária e 81 de busca e apreensão. Alguns suspeitos já foram detidos, mas a polícia ainda não confirmava o número até as 9h. Os detidos estão sendo encaminhados para a sede da Dise em São Bernardo do Campo.
A operação acontece após seis meses de investigação. A Polícia Civil conseguiu identificar as principais lideranças da quadrilha por meio de interceptações telefônicas.
- Atualizado em 02/08/2013 09h34 Megaoperação no Lins, no Rio, prende foragidos da prisão
Cinco suspeitos foram presos e houve confrontos.
Cerca de 200 homens fazem parte da ação, que visa combater o tráfico.
Do G1 Rio
PM prende foragidos do sistema penitenciário no Lins de Vasconcelos (Foto: Divulgação/ Polícia Militar)
Cinco homens foram presos durante uma megaoperação das polícias Federal, Civil e Militar,
no conjunto de favelas do Lins de Vasconcelos, na Zona Norte do Rio, na
manhã desta sexta-feira (2). Segundo informações do Batalhão de
Operações Especiais (Bope), três dos presos foram identificados como
Paulo Roberto Freitas, de 20 anos, Wilson dos Santos Vital de Oliveira,
de 19, e Charles Ferreira dos Santos, de 27, e são foragidos da prisão.Paulo Roberto, que respondia por receptação e roubo, e Wilson foram presos pelos agentes do Choque, enquanto Charles foi localizado por policiais civis. Ao todo, nove motocicletas e um carro roubado foram apreendidos. Houve confronto na entrada dos agentes, mas sem feridos. Todo o material apreendido e os presos estão sendo levados para a 26ª DP (Todos os Santos).
Policiais apreenderam nove motocicletas no Lins
de Vasconcelos (Foto: Divulgação/Pmerj)
A ação tem o objetivo de combater o tráfico de drogas em nove favelas
da região: Cachoeira Grande, Cachoeirinha, Morro do Amor, Gambá, Cotia,
Árvore Seca, Barro Preto, Boca do Mato e Barro Vermelho. Os 200 agentes
entraram nas comunidades por volta de 4h. Eles contam com apoio de
veículos blindados e dois helicópteros, um da PM e outro da Polícia
Civil, para cumprir mandados de prisão no local.de Vasconcelos (Foto: Divulgação/Pmerj)
Os batalhões de Choque (BPChq) e de Operações Especiais (Bope), a Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil (Core) e agentes dos setores de inteligência da Secretaria de Segurança (Seseg) e da Polícia Federal fazem parte da ação.
Fuga do traficante Luiz Cláudio Machado, conhecido
como Marreta, da prisão deu início às investigações
(Foto: Divulgação/Disque Denúncia)
As investigações sobre aumento de violência e movimentação de
criminosos nesses locais teve início em fevereiro, quando o traficante
Luiz Cláudio Machado, conhecido como Marreta, fugiu do presídio Vicente
Piragibe, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. Ele estava preso por homicídio
qualificado, sequestro e cárcere privado e era considerado o chefe do
tráfico da favela do Alemão, na Zona Norte do Rio. As favelas do Lins de
Vasconcelos estão dentro da sua área de atuação.como Marreta, da prisão deu início às investigações
(Foto: Divulgação/Disque Denúncia)
Megaoperação é realizada no conjunto de favelas do Lins de Vasconcelos (Foto: Reprodução/TV Globo)
Assinar:
Postagens (Atom)

